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Um vagabundo do infinito.

sábado, 14 de abril de 2018

Carta aos humanos

CARTA AOS HUMANOS

Não somos comunistas nem capitalistas, somos humanos, queremos apenas viver em paz junto de quem amamos. Não somos políticos, mentiu quem disse que o homem é um animal político. Política é uma ficção, criada por degenerados. Todo político é um degenerado. Suas boas intenções são mentiras ou autoengano. São apenas criaturas sedentas de poder. Não o fossem lutariam para acabar com a política. Não precisamos de governantes, sabemos governar nossas vidas.
Nascemos puros, livres e criativos.
Não somos sequer religiosos. Estes também degeneraram. Nem sempre por sua culpa, é verdade. É uma crueldade o que fazem com as crianças, ensinando-lhes desde cedo uma ficção nefasta. Todas as religiões são ficções nefastas que ensinam a submissão, o medo e o ódio. Todas as religiões são políticas. Degenerados querendo poder.
Não queremos poder, não queremos reis, ditadores, governantes sacerdotes ou deuses, queremos apenas viver esse pouco tempo que temos entre familiares, amigos e amores, cuidando uns dos outros, nos divertindo e nos consolando, pois já existem agruras suficientes no viver.
Agora, políticos e religiosos, esses degenerados, nos ameaçam novamente, como na “guerra fria” com a possibilidade de uma 3ª, e talvez última, guerra mundial, com o potencial de destruir toda a humanidade. Pra quê? Pelo poder, pelo dinheiro, por um deus que não existe? Todas, causas de insanidade. Sequer lhes restará qualquer delas. Esses degenerados são loucos e podem nos destruir.
Precisamos urgentemente descobrir como tratar essa loucura.
Talvez devamos começar nos desvencilhando de ideologias e religiões, essas ficções insanas. Absolutamente não precisamos delas pra viver. Nem de governantes, sacerdotes  ou generais. Basta nos curarmos. É difícil nesta altura do campeonato, eu sei, mas os que ainda não degeneraram, os que ainda não perderam totalmente a sanidade, os que, entre nós, ainda conservam alguma lucidez e criatividade, algum amor humano, estes precisam saber que está na hora de agir. Ou nos restará apenas contemplar o horror de nossa destruição.
Paulo M. Pereira