Este é um blog de arte. Pode conter humor, magia, poesia, e sabe-se lá mais o que. Não tem absolutamente nenhum objetivo comercial. Um lembrete: os textos de minha autoria publicados aqui podem ser copiados, citados, reproduzidos, desde que referenciados a fonte e o autor. Para eventuais publicações de caráter comercial será necessária minha autorização expressa.
Quem sou eu
- Pomar (Kirinus Quântico)
- Um vagabundo do infinito. Por ter iniciado minha vida artística na ditadura sempre utilizei pseudônimos. Poeta da chamada "geração mimeógrafo". Colaborei em alguns jornais e revistas, criei e editei a revista "Energia", o programa de rádio "Solitário nunca mais", atuei e/ou dirigi diversos espetáculos teatrais, entre eles: "Teatro relâmpago Show", "Curso para Contemporâneos", "O Labirinto", "Noites em Claro", "Vida Acordada", "A Improvisação da Alma" e "Dorotéia". Criei e dirigi o grupo de pesquisa teatral "Vagabundos do Infinito". No momento além do single "Canção ao coração de Andressa" estou lançando o álbum musical "Misturadinho" em parceria com Paulo Guerrah e JMaurício Ambrosio.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Luiz Antonio - A argumentação para não comer polvo
Achei isso tão legal que resolvi compartilhar aqui. Não darei spoiler, mas vale a pena ver até o fim...
segunda-feira, 1 de julho de 2013
A Metamorfose - Valeri Fokin
Achei sensacional a interpretação do protagonista. (Não consegui saber seu nome, a não ser em cirílico, mas quando descobrir posto aqui)
sábado, 22 de junho de 2013
Minha Pauta
Dario Oliveira/20.06.2013/Futura Press/Estadão
Esse
movimento que está acontecendo no Brasil, já é vitorioso. Não estou dizendo que
ele deva parar, ao contrário, devemos seguir até que consigamos uma efetiva
mudança.
Já
está claríssimo o que todos querem, embora alguns se façam de desentendidos. A
questão é: quem vai realizar essas mudanças? Eu não espero que O Renan
Calheiros, o Sarney, a Dilma, o Collor, o Feliciano e os mensaleiros que ainda
estão no Congresso façam a reforma política e do judiciário e implantem as
diversas melhorias que são reivindicadas. Parece-me o óbvio ululante, como
diria Nelson Rodrigues que eles não o farão. E, convenhamos, se é para esperar
que eles o façam, fico em casa assistindo futebol, não vou perder o meu tempo.
Considero
que nesse momento estamos diante de um impasse. Quem fará o que esses milhões
que estão nas ruas querem? Só vejo dois caminhos. Quem souber de outros, por
favor, me aponte, vou gostar de saber. O primeiro é: derrubamos todos eles,
tipo limpeza profunda e convocamos eleições gerais. Além de não achar isso
viável, vamos votar em quem? Nos mesmos partidos com suas quadrilhas
organizadas? Vamos trocar seis por meia-dúzia? Vamos continuar com o mesmo
Sistema perverso?
O
segundo é: convocarmos eleições para uma Assembleia Constituinte civil. Digo civil,
no sentido de não se permitir participação de instituições do tipo partidos
políticos ou instituições religiosas, por exemplo. Cidadãos instruídos, dos
mais diversos segmentos, escolhidos por nós para isso. E apenas para isso. E
aí, sim, fazer todas as reformas políticas, jurídicas e sociais que tanto
almejamos. Acho esse um caminho de bom senso. Essa é minha pauta, que, aliás,
ainda não vi em nenhuma manifestação. Estou manifestando.
Não
relutarei em mudar de ideia no caso de conhecer alguma proposta melhor. Estou
sempre pronto a mudanças para melhor. Mas por enquanto é o que tenho a propor.
Não fique mudo. Muda Brasil!
Paulo Márcio
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