Carta de intenções de meu governo Imperial.
(Só possível de ser executado por um Imperador absolutista, ainda que temporário, até a instauração da República nessas novas bases - que fique claro que não sou político, não tenho Partido e não sou candidato a nada)
- Redução dos ministérios a 12, a saber: Agricultura e meio-ambiente; Saúde; Educação e Cultura; Trabalho; Segurança e forças armadas; Planejamento; Ciência e Tecnologia; Fazenda; Justiça; Indústria e comércio; Minas e energia e Esportes.
Demandas não citadas serão incorporadas ao ministério adequado ou serão transformados em Secretarias. Tudo com um forte enxugamento de cargos e de pessoal. Reequipamento tecnológico e transparência.
- Redução do número de senadores e deputados. Exemplo: 2 senadores por região, a saber: Norte, Nordeste, Centro-oeste, Sudeste e Sul. Portanto 10 senadores. Deputados federais poderiam obedecer a mesma ótica, tipo 3 por região ou ser um por estado, mais o Distrito Federal. Fim dos privilégios. Todos!
- Privatização de tudo o que não estiver relacionado à Segurança, Saúde e Educação, ainda que possam haver privatizações específicas nessas áreas. Por exemplo: das universidades federais. Substituindo o custo de manutenção das mesmas por bolsas integrais aos carentes. O governo deverá manter apenas a universidade federal de Brasília com uma reformulação geral e tendo como foco principal a pesquisa. Os centros de pesquisa que se destacam hoje poderão ser transformados em Centros de Excelência da área, mantendo o vínculo federal.
- Drástica redução de municípios, baseado em regras relacionadas a habitantes e a extensão territorial. Por exemplo: municípios com menos de 10 mil habitantes serão incorporados à algum município vizinho. Ainda: municípios não podem ter menos que X de extensão ou mais que Y. Exceções feitas a áreas extensas e pouco povoadas como na região do pantanal ou da floresta amazônica. Regiões como essas terão um tratamento especial no sentido de preservação e desenvolvimento sustentável.
- Reforma política limitando os partidos a 2 ou 3. Com regras de comprometimento ao partido, ao mandato e aos eleitores. Sem privilégios ou fundos partidários.
- Reforma jurídica com extinção do STF (já existe um tribunal superior, o STJ). Os tribunais superiores deverão ser compostos apenas por juízes de carreira, escolhidos pelo melhor método possível desde que não indicados por presidentes ou políticos de um modo geral.
Instauração de um sistema ágil e eficaz de justiça.
Reforma dos códigos penal e civil.
- liberação e taxação da maconha para plantio e usos industriais, medicinais e recreativos, estes com venda controlada. Os impostos arrecadados com isso deverão ir primordialmente para as áreas de saúde e segurança pública.
- reforma na saúde pública buscando excelência. Será gratuita apenas a quem não tiver condição de pagar. A quem pode pagar serão cobradas determinadas taxas, de acordo com o atendimento ou com o poder aquisitivo. Liberação do aborto. Sem restrições.
- esforço nacional, intenso e incisivo na educação com uma reforma nos moldes de alguns países que tiveram grande êxito em reformas semelhantes que resultaram em grande avanço sócio-econômico. Ênfase no ensino técnico-profissionalizante. O teto salarial do funcionalismo público será o de um professor no topo da carreira. Isso inclui salários de presidente, ministros, juízes, etc.
- desburocratização geral e integração de informações.
- Identidade única. (Carteira de vacinação, tipo sanguíneo, digital, córnea, cpf, etc.).
Dados como título de eleitor ou carteira de motorista ou a já citada vacinação ou dados médicos relevantes são acrescidos à identidade.
- profissionalização das forças armadas e fim do serviço militar obrigatório. Reequipamento e integração.
- fim dos monopólios. Livre concorrência e livre comércio.
- Municipalização das polícias civil e militar.
- despoluição das águas. Poluir rios, lagos e baías será considerado crime.
- Estado realmente laico. Proibição de símbolos ou inserções religiosas no serviço público. Fim de privilégios de instituições religiosas. Criminalização de estelionato religioso.
- fim das cotas.
- fim da tomada de 3 pinos. (Desculpem, não resisti)
- fim da sobreposição de impostos. Imposto de renda em escala progressiva justa.
- fim da interferência do Estado na vida privada. Respeito à liberdade individual.
- crime de corrupção será considerado hediondo, com prisão em 1ª instância, inafiançável e sem direito a habeas corpus, como nos outros crimes hediondos.
- fim da maioridade penal.
- reforma e modernização do sistema penitenciário. Fim de regalias.
- criação de ferrovias modernas, tanto de cargas quanto de passageiros. Com participação da iniciativa privada.
- exploração da malha fluvial de transportes. Com participação da iniciativa privada.
- incentivo e investimentos na chamada “energia limpa”.
Bem, assim escrito de modo caótico e impulsivo, tentei listar parte do que faria se declarado Imperador do Brasil. Digo isso porque seria impossível fazer essa reforma com o Congresso que temos, mesmo se renovado parcialmente. Algumas questões hoje polêmicas, que poderiam causar reação de parte da sociedade, seriam implantadas após uma extensa campanha de esclarecimento e educação. Os custos de implantação do proposto creio que já estão cobertos com sobras pela economia gerada e aumento de arrecadação contidas nas propostas. Alguma coisa eu esqueci, mas já enchi o saco de fazer isso. Muita coisa precisaria ser detalhada mas também não vou fazer isso.
Se algum político quiser aproveitar, fique à vontade, desde que FAÇA!
Ao mesmo tempo que sei que essas propostas trariam muito avanço ao país, sei que eu (ou qualquer outro) não seria eleito hoje com essas propostas.
A pergunta que não quer calar é: Você votaria em mim? (Comparando com as propostas dos candidatos a presidente atuais).
Este é um blog de arte. Pode conter humor, magia, poesia, e sabe-se lá mais o que. Não tem absolutamente nenhum objetivo comercial. Um lembrete: os textos de minha autoria publicados aqui podem ser copiados, citados, reproduzidos, desde que referenciados a fonte e o autor. Para eventuais publicações de caráter comercial será necessária minha autorização expressa.
Quem sou eu
- Pomar (Kirinus Quântico)
- Um vagabundo do infinito. Por ter iniciado minha vida artística na ditadura sempre utilizei pseudônimos. Poeta da chamada "geração mimeógrafo". Colaborei em alguns jornais e revistas, criei e editei a revista "Energia", o programa de rádio "Solitário nunca mais", atuei e/ou dirigi diversos espetáculos teatrais, entre eles: "Teatro relâmpago Show", "Curso para Contemporâneos", "O Labirinto", "Noites em Claro", "Vida Acordada", "A Improvisação da Alma" e "Dorotéia". Criei e dirigi o grupo de pesquisa teatral "Vagabundos do Infinito". No momento além do single "Canção ao coração de Andressa" estou lançando o álbum musical "Misturadinho" em parceria com Paulo Guerrah e JMaurício Ambrosio.
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
sábado, 14 de abril de 2018
Carta aos humanos
CARTA AOS HUMANOS
Não somos comunistas nem capitalistas, somos humanos, queremos apenas viver em paz junto de quem amamos. Não somos políticos, mentiu quem disse que o homem é um animal político. Política é uma ficção, criada por degenerados. Todo político é um degenerado. Suas boas intenções são mentiras ou autoengano. São apenas criaturas sedentas de poder. Não o fossem lutariam para acabar com a política. Não precisamos de governantes, sabemos governar nossas vidas.
Nascemos puros, livres e criativos.
Não somos sequer religiosos. Estes também degeneraram. Nem sempre por sua culpa, é verdade. É uma crueldade o que fazem com as crianças, ensinando-lhes desde cedo uma ficção nefasta. Todas as religiões são ficções nefastas que ensinam a submissão, o medo e o ódio. Todas as religiões são políticas. Degenerados querendo poder.
Não queremos poder, não queremos reis, ditadores, governantes sacerdotes ou deuses, queremos apenas viver esse pouco tempo que temos entre familiares, amigos e amores, cuidando uns dos outros, nos divertindo e nos consolando, pois já existem agruras suficientes no viver.
Agora, políticos e religiosos, esses degenerados, nos ameaçam novamente, como na “guerra fria” com a possibilidade de uma 3ª, e talvez última, guerra mundial, com o potencial de destruir toda a humanidade. Pra quê? Pelo poder, pelo dinheiro, por um deus que não existe? Todas, causas de insanidade. Sequer lhes restará qualquer delas. Esses degenerados são loucos e podem nos destruir.
Precisamos urgentemente descobrir como tratar essa loucura.
Talvez devamos começar nos desvencilhando de ideologias e religiões, essas ficções insanas. Absolutamente não precisamos delas pra viver. Nem de governantes, sacerdotes ou generais. Basta nos curarmos. É difícil nesta altura do campeonato, eu sei, mas os que ainda não degeneraram, os que ainda não perderam totalmente a sanidade, os que, entre nós, ainda conservam alguma lucidez e criatividade, algum amor humano, estes precisam saber que está na hora de agir. Ou nos restará apenas contemplar o horror de nossa destruição.
Paulo M. Pereira
Não somos comunistas nem capitalistas, somos humanos, queremos apenas viver em paz junto de quem amamos. Não somos políticos, mentiu quem disse que o homem é um animal político. Política é uma ficção, criada por degenerados. Todo político é um degenerado. Suas boas intenções são mentiras ou autoengano. São apenas criaturas sedentas de poder. Não o fossem lutariam para acabar com a política. Não precisamos de governantes, sabemos governar nossas vidas.
Nascemos puros, livres e criativos.
Não somos sequer religiosos. Estes também degeneraram. Nem sempre por sua culpa, é verdade. É uma crueldade o que fazem com as crianças, ensinando-lhes desde cedo uma ficção nefasta. Todas as religiões são ficções nefastas que ensinam a submissão, o medo e o ódio. Todas as religiões são políticas. Degenerados querendo poder.
Não queremos poder, não queremos reis, ditadores, governantes sacerdotes ou deuses, queremos apenas viver esse pouco tempo que temos entre familiares, amigos e amores, cuidando uns dos outros, nos divertindo e nos consolando, pois já existem agruras suficientes no viver.
Agora, políticos e religiosos, esses degenerados, nos ameaçam novamente, como na “guerra fria” com a possibilidade de uma 3ª, e talvez última, guerra mundial, com o potencial de destruir toda a humanidade. Pra quê? Pelo poder, pelo dinheiro, por um deus que não existe? Todas, causas de insanidade. Sequer lhes restará qualquer delas. Esses degenerados são loucos e podem nos destruir.
Precisamos urgentemente descobrir como tratar essa loucura.
Talvez devamos começar nos desvencilhando de ideologias e religiões, essas ficções insanas. Absolutamente não precisamos delas pra viver. Nem de governantes, sacerdotes ou generais. Basta nos curarmos. É difícil nesta altura do campeonato, eu sei, mas os que ainda não degeneraram, os que ainda não perderam totalmente a sanidade, os que, entre nós, ainda conservam alguma lucidez e criatividade, algum amor humano, estes precisam saber que está na hora de agir. Ou nos restará apenas contemplar o horror de nossa destruição.
Paulo M. Pereira
segunda-feira, 3 de julho de 2017
COMO MUDAR O BRASIL
2ª coisa
Desmunicipalização.
Explico: o
país tem milhares de municípios com menos de 20 mil habitantes, grande parte
com menos de 5 mil. Todos com prefeitos, secretários, câmaras de vereadores,
assessores e funcionários, além de instalações e aquelas verbas extras. Tudo
isso custa dinheiro. Muito dinheiro.
Serei um
pouco mais específico: baseado em dados de 2016, temos cerca de 1200 municípios
com menos de 5 mil habitantes, outros 1200 com menos de 10 mil habitantes e
outros 1200 com menos de 20 mil habitantes. Ou seja: no total temos cerca de
3600 municípios com menos de 20 mil habitantes. Isso dá cerca de 60% do total
de municípios do país.
Grande
parte desses municípios foram criados nos últimos 30 anos, após a
redemocratização. O objetivo é claro: criar emprego para os membros dos
partidos e consequentemente dinheiro para o partido.
Agora
vamos ao que interessa: a grande maioria desses municípios, senão a totalidade,
é deficitário. Ou seja, não arrecada o suficiente para cobrir seus gastos. Para
poder cobrir esses gastos precisa do dinheiro do estado e do governo federal, o
que quer dizer do nosso bolso, moremos em algum deles ou não. E isso significa
muitos bilhões, é muito difícil de calcular, mas chuto perto de uns 20 bilhões
anuais. Se alguém conseguir calcular com alguma exatidão me avisa que coloco
aqui no post.
Imagine
uma empresa que tenha cerca de 60% de suas lojas ou agências deficitárias. Só
imagine porque nenhuma sobreviveria um ano sem falir. E eu nem computei o
dinheiro roubado pela corrupção que, não tenho dúvida, acontece em boa parte
desses municípios.
Dito isto,
basta desfazer essa grande patifaria e não permitir mais a existência de
municípios com menos de 20 mil habitantes, agregando esses municípibos pequenos a
municípios próximos até que atinjam o número mínimo de habitantes. E, claro,
fechar essas prefeituras e câmaras e extinguir os respectivos cargos. 20
bilhões anuais dá pra fazer muita coisa, e melhorar a vida inclusive dos
habitantes desses municípios extintos.
Não tenho
dúvida de que nossos políticos atuais se posicionarão terminantemente contra
isso, mas estou falando de mudar o Brasil, não de agradar políticos em grande
parte corruptos e que se beneficiam da ignorância de nosso povo iludindo essas
populações de pequenos municípios que foram criados nos últimos anos dizendo
que seriam beneficiados com a municipalização.
Pura falcatrua.
domingo, 25 de junho de 2017
Como mudar o Brasil
1ª coisa:
Os salários dos vereadores deverá ser igual ao dos professores do ensino de 1º grau do ensino público de sua cidade, sem nenhum tipo de vantagem adicional.
Os salários dos deputados estaduais e prefeitos deverão ser iguais aos dos professores do ensino de 2º grau do ensino público de seu estado, sem nenhum tipo de vantagem adicional.
Os salários dos deputados federais e governadores deverá ser igual ao de um professor auxiliar do ensino público de 3º grau, igualmente sem vantagens adicionais.
Os salários dos senadores deverá ser igual aos dos professores assistentes do ensino público de 3º grau, como os outros, sem vantagens de nenhum tipo.
Os salários dos ministros deverão ser iguais aos dos professores adjuntos do 3º grau do ensino público, idem em relação às vantagens.
O do presidente igual aos dos professores titulares do 3º grau do ensino público, idem idem.
Os descontos nos salários também devem ser os mesmos.
Não resolve tudo, mas seria um bom começo.
Óbvio que nenhum político aprovaria isso. Teria que ser uma cláusula pétrea de uma nova Constituição.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
IV Encontro de Palhaços da Coxilha
4º ENCONTRO INTERNACIONAL DE PALHAÇOS DA COXILHA
PROGRAMAÇÃO
DIA 7/12:
8:30h - Oficina de Palhaços - com Breno Moroni - A
teatralidade nas artes circenses.
Local: Sala Multiuso da UFSM, Campus, Camobi.
17:30h - Espetáculo “Bem-Te-Vida Marmotta” - com Lia
Motta, da Cia Palhaça sem Lona, de POA.
Local: Praça Saldanha Marinho, Centro, Santa Maria.
20h30h - Espetáculo “Para quem não sabe aonde vai
qualquer caminho serve” - com Leonardo Rodrigues.
Local: Teatro Caixa Preta da UFSM - Prédio 40,
Campus, Camobi.
DIA 8/12:
8:30h - Oficina de Palhaços - com Breno Moroni - A
teatralidade nas artes circenses.
Local: Sala Multiuso da UFSM, Campus, Camobi.
14h - Mesa redonda sobre Palhaçaria Feminina - com
diversas palhaças.
Lançamento da revista “Palhaçaria Feminina” com
Michele Silveira, a palhaça Barrica.
Local: Salão Nobre da Prefeitura Municipal de Santa
Maria (antigo salão da SUCV), Rua Venâncio Aires, 1934, em frente à Praça
Saldanha Marinho, Centro, Santa Maria.
17:30h – Espetáculo “Cabaré Lange Ri” – com Carolina
Reichert e Júlia Zulke, parceria entre Teatro Candeia e Teatro VagaMundo, de
Santa Maria.
Local: Praça Saldanha Marinho, Centro, Santa Maria.
20:30h – Espetáculo “Amostra Grátis” – com Ana
Fuchs, da Cia. As Graciosas.
Local: Teatro Caixa Preta da UFSM – Prédio 40,
Campus, Camobi.
DIA 9/12:
8:30h - Oficina de Palhaços - com Breno Moroni - A
teatralidade nas artes circenses.
Local: Sala Multiuso da UFSM, Campus, Camobi.
17:30h – Espetáculo “Chou!” – com Catarina Mota,
palhaça Diva Maria, da Cia Madame Nez Rouge, de Portugal.
Local: Praça Saldanha Marinho, Centro, Santa Maria.
21h – Espetáculo “Madame Kill” com Eva Ribeiro,
palhaça Muska, da Cia Madame Nez Rouge, de Portugal.
Local: Boteco do Rosário, Rua do Rosário, 400,
Bairro Nossa Sra. do Rosário, Santa Maria.
DIA 10/12:
8:30h - Oficina de Palhaços - com Breno Moroni - A
teatralidade nas artes circenses.
Local: Sala Multiuso da UFSM, Campus, Camobi.
14h – Festa do Dia do Palhaço – diversos.
Local: Praça Saldanha Marinho, Centro, Santa Maria.
17:30 – Espetáculo “Assobia e Chupa Cana” – com Tuta
Camargo e Rafael de Moura, palhaços Pinguinho e Serragem do CLUP – Clube de
Palhaços do Circo Girassol – Porto Alegre.
Local: Praça Saldanha Marinho, Centro, Santa Maria.
20:30 – Espetáculo “1, 2, 3 Echá!” com Ana Fuchs e
Odelta Simonetti, da Cia. As Graciosas, de POA.
Local: Teatro Caixa Preta da UFSM – Prédio 40,
Campus, Camobi.
TODA A PROGRAMAÇÃO É GRATUITA
Recomendamos que nas apresentações no Teatro Caixa
Preta cheguem 15 minutos antes para retirar senha.
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